quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Cícero Dias





Cícero Dias (1908-2003) Pintor moderno brasileiro. Nasceu no engenho de Jundiá, Escada na zona da mata de Pernambuco. Aos treze anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes durante dois anos, mas não seu adaptou ao ensino acadêmico e abandonou a Escola quando fez sua primeira exposição individual. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expõe o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática, Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife. Em 1937, fixou residência em Paris, tornou-se amigo de Picasso, Braque, Henri Matisse e Fernand Léger. Em 1942, é preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, vive em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Em 1948, dedicou-se à pintura de murais tendo participado da exposição de Arte Mural de Avignon. Participou da Bienal de Veneza e teve sala especial na Bienal de São Paulo. Em 1985, foi homenageado com uma retrospectiva comemorativa do 40 anos de pintura pela Bienal de Veneza. Sua obra aproxima-se do Surrealismo. Foi um dos primeiros abstratos brasileiros e voltou à Figuração abordando a sexualidade e as imagens do inconsciente. Foi agraciado com a Ordem Nacional do Mérito da França. Sua obra mais importante é um painel de 15 metros chamado Eu Vi o Mundo.Morreu e foi sepultado em São Paulo. No CCBB, RJ será inaugurada a exposição Cícero Dias, um percurso poético.  Curadoria Denise Mattar e Sylvia Dias.




Sem título, 1920. Foto: João L. Musa/Itaú Cultural.


A Difícil Partida, 1920. Foto:  André Morain.


Sem título, 1920.


Chegada de Muratori, 1927. Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros, IEB/USP.




Composição com Estátua e Monstro, 1928. Foto:  Romulo Fialdini.



Cena - Violão, Mulher e Soldado, 1928. Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros, IEB/USP. Foto: Claudio Pulesi.


Sem título, 1928.


Sem título, 1928. Banco Itaú. Foto: Sérgio Guerini. Itaú Cultural.


Gamboa do Carmo no Recife, 1929. Coleção particular.


Uma Cena do Paraíso, 1930. Coleção Particular.


Porto do Recife, 1930. Museu do Estado de Pernambuco.


Autorretrato, 1930. Coleção particular.



Sonoridade da Gamboa do Carmo ou Autorretrato com a Irmã, 1930. Coleção do artista. Foto: André Morain.


 

Coqueiros ao Vento numa Praia Branca,1940 Coleção Particular.

Galo ou Abacaxi, 1940.


Morte Coleção Mario de Andrade IEB, USP.



Cena Violão Mulher e Soldado,1928. Coleção Mario de Andrade, IEB, USP.

Engenho Noruega, 1933.


O Baile, 1937.


Visão Onírica, 1973. Coleção Ribamar Saboia de Azevedo.



Sonhos Litografia.


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